sábado, 29 de agosto de 2009

Texto: VAMOS DISCUTIR HISTÓRIA?

VAMOS DISCUTIR HISTÓRIA?

“Aquele pai disse ao seu filho que a História é a ciência dos homens no tempo. Isso porque a história acompanha as transformações sofridas pelo homem através de suas gerações, ela então vence as barreiras da linha que divide o tempo em passado, presente e futuro”.

No lugar desta palavra eu colocaria, realizadas pelo homem porque ele é o principal agente modificador da natureza, da esfera terrestre a qual ele habita. O homem consegue ser quente onde só há frio, consegue ser frio onde a tanto calor, o homem consegue ser amargo onde jorra o mais puro mel, o homem conseguir gerar riquezas onde só há areia e pedras, o homem consegue gerar pobreza em solos férteis e fome em lugares muito produtivos. O homem consegue ser homem sempre no espaço e no tempo por isso a História é a ciência que estuda o homem no espaço e no tempo.

Somos homens, somos História, construímos, destruímos e reconstruímos quantas vezes for possível. Somos homens que lutamos, vencemos diferenças, mas às vezes esquecemos origens, conceitos pré-determinados pela existência humana. Somos homens, somos sociedade, somos homens buscamos desmentir mentiras e justificar verdades, é somos homens donos desta história, é somos maestros que regem esta musica linda chamada vida.

Ps.

Bem, foi isso. Sou um tanto romântico quanto a historiografia, espero não ter afetado ou como eu mesmo já disse ter modificado o entendimento da história, embora duvide disso os homens influenciam homens, leiam, se gostarem reflita e pratique.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Texto: CONSTANTINO: UM IMPERADOR CRISTAO?

CONSTANTINO: UM IMPERADOR CRISTAO?

A origem de vários documentos faz da história uma coisa ainda mais intrigante, sua analise textual e empírica faz com que historiadores e pesquisadores de todo mundo levantem hipóteses relacionem teorias e criem mecanismos para sua comprovação e real valor cientifico e histórico para a humanidade.

Entrando vencedor em Roma, Constantino foi bem acolhido pelo povo e pelos mais abastados. Mandou matar um filho de Maxêncio e alguns de seus amigos. Reparou os aquedutos com dinheiro do próprio bolso. Aceitou sem problemas a bajulação e as honras “divinas” dos seus súditos pagãos.

O Édito de Milão (fevereiro de 313 d.C.), deu ao Cristianismo (e a todas as outras religiões) o estatuto de legitimidade, atribuindo um status legal ao cristianismo como reconhece o princípio da liberdade de crença. Conhecido também como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. O édito foi emitido nos nomes do tetrarca ocidental Constantino I, o grande, e Licínio, o tetrarca Oriental.

A aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública: "... o mesmo será devolvido aos cristãos sem pagamento de qualquer indenização e sem qualquer fraude ou decepção..." buscando sobre tudo, possibilitar a realização do propósito de instaurar a tranqüilidade pública.

Aparentemente o édito buscou conseguir a benevolência divina sem importar qual fosse o culto, dado o sincretismo que naquela época praticava Constantino, que a pesar de favorecer a Igreja, durante um tempo continuou dando culto ao Sol Invicto.

Na tentativa de consolidar a totalidade do Império Romano sob o seu domínio, Licínio em breve marchou contra Constantino I. Como parte do seu esforço de ganhar a lealdade do seu exército, Licínio dispensou o exército e o serviço civil da política de tolerância do Édito de Milão, permitindo-lhes a expulsão dos cristãos. No final, por volta de 324 d.C., Constantino ganhou o domínio de todo o Império e ordenou a execução de Licínio, por traição. O texto fez-se conhecido por meio de uma carta escrita no ano de 313 aos governadores das províncias, que está recolhida nos escritos de Eusébio de Cesárea (História Eclesiástica 10, 5) e Lactancio (De mortibus persecutorum).

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Reflexões: NÓS FAZEMOS A HISTÓRIA



NÓS FAZEMOS A HISTÓRIA

Na escola você só estudou grandes personalidades da história?
Cansou de ouvir o professor falar de Napoleão Bonaparte e Princesa Isabel, D. Pedro I e D. Pedro II, Tiradentes e Deodoro da Fonseca?

Não se engane... A História não é e nem pode ser feita por alguns.
Nós fazemos a nossa própria história de acordo com nossos interesses e convicções.
A historiografia deu a essas personalidades um grau de importância maior dos que as outras pessoas que viveram na mesma época. Mas nós não somos menos importantes que ninguém.

O que mais importa é ser feliz, zelando pelo bem da sociedade da qual fazemos parte e combinando tudo o que for de bom. Assim qualquer situação termina bem...

O nosso poder vem da nossa capacidade de realizar todos os nossos sonhos, e caminhando para realizá-los, estamos fazendo História.