sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Texto: DE CIVILLITE MOROUM PUERILIUM

DE CIVILLITE MOROUM PUERILIUM

Cristianismo e paganismo, aristocracia e camponeses, são idéias antagônicas ligando o processo de conceituação de civilização no ocidente. As línguas as novas aglomerações e o estado já se fortalecendo a formação e costumes que ainda hoje são bem evidenciados e caracterizados na sociedade ocidental. Erasmo de Rotterdam é quem perecia o estudo e é pluralmente reproduzido em diversas épocas por seus seguidores, que influenciam todas as gerações seguintes. “De Civillite Moroum Puerilium 1530”.

Tratando de maneiras, comportamentos, etiquetas do inicio do século XVI, Erasmo vai delinear os costumes e traçar um perfil de comportamento da sociedade da época dentro de suas horas mais costumeiras como passeios, refeições, visitas, trabalhos, privacidade conjugal, etc. Estes registros foram feitos por compiladores, e vão descrever não o que se tem de mais grandioso, mas sim o que se tinha de mais costumeiro nos comportamentos das pessoas, coisas embutidas numa mesma tradição e atravessam o tempo e ainda faze-se presente porem agora modificado suas características.

Os trabalhos dos humanistas são espécies de pontes que ligam a idade Media aos Tempos Modernos. Isso vai atingir níveis preponderantes na Europa sobre tudo na França, aonde as idéias de Rotterdam vão se vistas como caracterizadora da Idade Media, mas também com rompedoras e criadora de novos padrões futuros. A sociedade estava em transição o mesmo acontecia com seus costumes e maneiras comportamentais. O tratado de Rotterdam surge numa época de reorganização e reagrupamento social seguida de reestruturação política, econômica e cultural. A França sempre se destaca na dianteira dos acontecimentos e inovações seguida por Alemanha, Inglaterra e Itália onde seus escritores fazem questão de divulgarem essas inovações comportamentais da civilização ocidental européia.

Nesta parte são discorridos vários exemplos de comportamentos a mesa durante vários anos isso incluindo diversas pessoas e diversas idades generalizando todos. Ao tratados do século XVI sobre as boas maneiras são obras da nova aristocracia de corte, que esta se aglutinando aos poucos a partir de vários elementos de varias origens sociais, e com ela vai surgir diferentes códigos de comportamentos. No século XVI aumenta a riqueza e com ela progridem as classes medias. A civilidade ganha um novo alicerce religioso e cristão, a Igreja passa a ser como tantas vezes difusor de estilos de comportamento pelos extratos mais baixos da sociedade.

O uso de talheres garfos e facas são vagarosamente inseridos nas mesas e banquetes, mas como esse objeto tão perigoso circularia numa mesa onde seus ocupantes eram sempre grandes e bravos cavaleiros que tinha a disposição da luta em suas veias? Porem são poucas as restrições quanto seu uso nas alimentações a mesa. As proibições às facas ficavam mesmo por conta de alguns poucos detalhes porem não menos ricos em suas observâncias. O garfo surge com o propósito de se levar a comida ate a boca e dispensar assim o uso dos dedos para tal função e como a faca tem diversas atribuições estéticas e de civilidade humana.

As funções corporais também são analisadas e a elas são dadas regras e entonação de comportamento dentro de um rígido e complexo ditado do certo e errado comparado sendo pelos hábitos aristocráticos e pelos hábitos camponeses. Sendo assim Erasmo funciona como novo padrão de vergonha e repugnância de hábitos mal vistos como comportamentos adequados.

Crianças, idosos, adultos todos são incorporados nas mudanças embora caracterizados por uma discrepância entre adultos e crianças esses padrões possuem suas funcionalidades que tornam se a diferenciação de uma sociedade. A elevação dos costumes e modos sociais.
Os hábitos higiênicos também foram denotados pelo nosso critico de etiquetas, e não dispensava comentários aos considerados maus hábitos de comportamentos a mesa. Assoar, escarrar e outros são meticulosamente delineados por Erasmo e outros críticos.

Os comportamentos nos quartos e nos aposentos de dormir, os cavaleiros eram servidos no banho por mulheres e não tinham vergonha de mostrarem seus corpos nus, e tão logo eram também atendidos na cama com sua ultima bebida noturna. Esta despreocupação desaparece lentamente nos séculos XVII em diante.

As mudanças de atitudes acompanharam as relações entre sexos e nesse sentido o tratado de Erasmo segue com inovações as quais de ampliam nos séculos adiantes, sendo estes mencionados em diversos escritos e estudos posteriores. As prostitutas formavam nas cidades um grupo com certos direitos e obrigações como qualquer outra categoria profissional. E ainda se defendiam contra concorrências ilegais.

No seu trabalho Erasmo trata de diversas coisas que ficaram ocultas durante a passagem do tempo, logo a importância de ler textos como este delimita por onde passavam as diversidades antes de chegar ao que realmente conhecemos nos dias atuais. Logo esta contribuição vem mostrar transformações ao longo do tempo, permanências, mudanças, rupturas ente outros aspecto envolvendo todas as esferas sociais e implicando em verdadeira modificação comportamentais na vida humana.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Texto: INDEPENDENCIA DO BRASIL: SOMOS MESMO INDEPENDENTES?

INDEPENDENCIA DO BRASIL: SOMOS MESMO INDEPENDENTES?

Vou deixar algo sobre a independencia do Brasil aqui, mas, mais importante é fazer uma denuncia sobre uma associação de quadrilhas que acontece no Senado Federal. Observem bem esta dupla que vos apresento aqui e se os ver por ai não adianta perder tempo chamando a policia, pois são tios e padrinhos de uma grande parte de delegados e agentes de todos os cargos públicos.

José Sarney de Araújo Costa (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves. É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009.

José Renan Vasconcelos Calheiros (Murici, 16 de setembro de 1955) é um político brasileiro.
Cumpre seu segundo mandato no Senado Federal do Brasil, como representante de seu estado natal. Foi Presidente do Senado Federal do Brasil de 2005 até 2007, quando renunciou ao cargo, após várias denúncias de corrupção contra si polarizarem a opinião pública.

”Eu quero fazer justiça ao comportamento do Senador Collor e do Senador Renan (Calheiros), que tem dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do Governo no Senado” Frase dita pelo Presidente Lula, em Alagoas, elogiando os companheiros da base governista. Agora vocês lembram do Renan? Em junho de 2007, Renan Calheiros foi acusado de receber ajuda financeira de um lobista, Cláudio Gontijo. O assunto teve destaque na edição da Revista Veja de circulação nacional, que chegou às bancas no dia 25 de maio de 2007. Na capa aparecia o dono da empreiteira baiana. Gautama, Zuleido Veras, o então Ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, e o próprio Calheiros. Todas as denúncias jamais foram comprovadas até hoje. O senador não responde a um único processo, apesar dos seis meses de bombardeio intenso pela mídia.

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico". Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência. O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram às mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou: "Independência ou Morte!". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil. Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária que deu suporte D. Pedro I, foi à camada que mais se beneficiou.

Somos mesmo independentes? Pense nisso!

sábado, 29 de agosto de 2009

Texto: VAMOS DISCUTIR HISTÓRIA?

VAMOS DISCUTIR HISTÓRIA?

“Aquele pai disse ao seu filho que a História é a ciência dos homens no tempo. Isso porque a história acompanha as transformações sofridas pelo homem através de suas gerações, ela então vence as barreiras da linha que divide o tempo em passado, presente e futuro”.

No lugar desta palavra eu colocaria, realizadas pelo homem porque ele é o principal agente modificador da natureza, da esfera terrestre a qual ele habita. O homem consegue ser quente onde só há frio, consegue ser frio onde a tanto calor, o homem consegue ser amargo onde jorra o mais puro mel, o homem conseguir gerar riquezas onde só há areia e pedras, o homem consegue gerar pobreza em solos férteis e fome em lugares muito produtivos. O homem consegue ser homem sempre no espaço e no tempo por isso a História é a ciência que estuda o homem no espaço e no tempo.

Somos homens, somos História, construímos, destruímos e reconstruímos quantas vezes for possível. Somos homens que lutamos, vencemos diferenças, mas às vezes esquecemos origens, conceitos pré-determinados pela existência humana. Somos homens, somos sociedade, somos homens buscamos desmentir mentiras e justificar verdades, é somos homens donos desta história, é somos maestros que regem esta musica linda chamada vida.

Ps.

Bem, foi isso. Sou um tanto romântico quanto a historiografia, espero não ter afetado ou como eu mesmo já disse ter modificado o entendimento da história, embora duvide disso os homens influenciam homens, leiam, se gostarem reflita e pratique.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Texto: CONSTANTINO: UM IMPERADOR CRISTAO?

CONSTANTINO: UM IMPERADOR CRISTAO?

A origem de vários documentos faz da história uma coisa ainda mais intrigante, sua analise textual e empírica faz com que historiadores e pesquisadores de todo mundo levantem hipóteses relacionem teorias e criem mecanismos para sua comprovação e real valor cientifico e histórico para a humanidade.

Entrando vencedor em Roma, Constantino foi bem acolhido pelo povo e pelos mais abastados. Mandou matar um filho de Maxêncio e alguns de seus amigos. Reparou os aquedutos com dinheiro do próprio bolso. Aceitou sem problemas a bajulação e as honras “divinas” dos seus súditos pagãos.

O Édito de Milão (fevereiro de 313 d.C.), deu ao Cristianismo (e a todas as outras religiões) o estatuto de legitimidade, atribuindo um status legal ao cristianismo como reconhece o princípio da liberdade de crença. Conhecido também como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do Cristianismo. O édito foi emitido nos nomes do tetrarca ocidental Constantino I, o grande, e Licínio, o tetrarca Oriental.

A aplicação do Édito fez devolver os lugares de culto e as propriedades que tinham sido confiscadas aos cristãos e vendidas em hasta pública: "... o mesmo será devolvido aos cristãos sem pagamento de qualquer indenização e sem qualquer fraude ou decepção..." buscando sobre tudo, possibilitar a realização do propósito de instaurar a tranqüilidade pública.

Aparentemente o édito buscou conseguir a benevolência divina sem importar qual fosse o culto, dado o sincretismo que naquela época praticava Constantino, que a pesar de favorecer a Igreja, durante um tempo continuou dando culto ao Sol Invicto.

Na tentativa de consolidar a totalidade do Império Romano sob o seu domínio, Licínio em breve marchou contra Constantino I. Como parte do seu esforço de ganhar a lealdade do seu exército, Licínio dispensou o exército e o serviço civil da política de tolerância do Édito de Milão, permitindo-lhes a expulsão dos cristãos. No final, por volta de 324 d.C., Constantino ganhou o domínio de todo o Império e ordenou a execução de Licínio, por traição. O texto fez-se conhecido por meio de uma carta escrita no ano de 313 aos governadores das províncias, que está recolhida nos escritos de Eusébio de Cesárea (História Eclesiástica 10, 5) e Lactancio (De mortibus persecutorum).

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Reflexões: NÓS FAZEMOS A HISTÓRIA



NÓS FAZEMOS A HISTÓRIA

Na escola você só estudou grandes personalidades da história?
Cansou de ouvir o professor falar de Napoleão Bonaparte e Princesa Isabel, D. Pedro I e D. Pedro II, Tiradentes e Deodoro da Fonseca?

Não se engane... A História não é e nem pode ser feita por alguns.
Nós fazemos a nossa própria história de acordo com nossos interesses e convicções.
A historiografia deu a essas personalidades um grau de importância maior dos que as outras pessoas que viveram na mesma época. Mas nós não somos menos importantes que ninguém.

O que mais importa é ser feliz, zelando pelo bem da sociedade da qual fazemos parte e combinando tudo o que for de bom. Assim qualquer situação termina bem...

O nosso poder vem da nossa capacidade de realizar todos os nossos sonhos, e caminhando para realizá-los, estamos fazendo História.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Textos: O NEGRO NA SOCIEDADE BRASILEIRA

O NEGRO NA SOCIEDADE BRASILEIERA


Que o Brasil é extremamente desigual, todos já sabem. Talvez a desigualdade mais marcante se refira a condição do negro na nossa sociedade. Como se não fosse a faixa educacional e, consequentemente, a faixa salarial menor, a discriminação assume o papel de vilão na tentativa de se fazer uma país mais justo para todos. O aumento significativo do salário mínimo e a oferta de bolsas em faculdades para alunos carentes são ótimos meios para se atingir tal objetivo.

Mas reverter esse quadro não é nada fácil. As principais características da nossa sociedade hoje foram consolidadas por séculos durante os quais o Brasil assumiu diversas “caras”. A saber o negro já foi inserido aqui em condição de inferioridade perante os portugueses, e porque não dizer perante os próprios índios. O negro africano assumiu o papel de escravo em uma terra onde, pelas circunstâncias impostas, ele era descaracterizado como pessoa sendo considerado apenas um objeto, uma “peça”, alguém que não tinha autonomia sobre seus próprios atos.

E apesar das resistências, das lutas em busca da liberdade, o negro escravo viveu nessa condição por três séculos. Tempo mais que o suficiente para que essa situação fosse inconscientemente assimilada por toda a sociedade. Tanto foi assim que mesmo depois da abolição da escravidão em 1888, o negro continuou sendo escravo, escravo de uma sociedade que se recusou a inseri-lo em seus meios sociais. Certamente a condição dos negros hoje estaria melhor se as vagas no mercado de trabalho, que a partir de então passou a ser assalariado, fossem ocupadas por eles mesmos. No entanto, o que se viu foi a sua completa exclusão, a preferência foi dada aos imigrantes, principalmente europeus.

Sem a Casa-Grande e nem emprego, o negro não teve muitas escolhas. Muitos foram obrigados a viver de mendigagem ou cometendo pequenos delitos, tornou-se uma grande massa que vivia na ociosidade. Isso veio apenas piorar a sua situação porque ele passava a ser visto com um olhar crítico cada vez pior, por um grupo de pessoas que se julgavam civilizados. E não se pode dizer que a sociedade brasileira hoje não seja herdeira desse Brasil de pouco mais de cem anos atrás. Características que se arrastam no tempo.

Sem dúvida a condição do negro hoje é muito melhor, mas ainda tem muito o que melhorar. Ao governo cabe dar melhores condições de saúde e educação e à sociedade de maneira geral, cabe se libertar de suas heranças históricas que vê os negros com um olhar de inferioridade. É evidente que se deve haver julgamentos, mas que os quesitos julgados sejam os méritos e não características físicas. Esse é o caminho para um Brasil que seja realmente democrático.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Texto: A UTILIDADE DA HISTÓRIA


A UTILIDADE DA HISTÓRIA

Quem disse que História é tão e somente o estudo do passado? Não demos a ela uma definição que nos induz a acreditar que a História nos tem pouca utilidade, ou nenhuma. Não a estudaríamos se ela não fosse útil. Certamente não perderíamos o nosso precioso tempo. Certo dia o filho perguntou ao seu pai para que serve a História. Sua resposta rendeu um livro. Para alguns ela serve como passa tempo; Para outros, para matar a curiosidade; Mas nunca diga que a História não serve para nada; ou então que quem vive de passado é museu. a utilidade da História é inegável, e vivemos como vivemos por causa do passado que tivemos. Nunca me esquecerei da data em que nasci, da minha infância, da adolescência, da juventude, das experiências que tive, dos objetivos alcançados e dos frustrados. O que eu sou hoje dependeu totalmente do que eu fui. E o meu passado me é útil na medida em que eu saberei dos acertos e dos erros que cometi e por isso não os cometerei mais. Terei condições de saber quem eu sou e porque eu sou como sou e, principalmente, saberei onde preciso mudar. Uma pessoa que esquece seu passado é alguém que está sujeita aos mesmos erros e não sabe a medida exata daquilo que ele precisa para atingir seus objetivos. O objetivo principal desse blog é ajudá-lo a entender o quanto que a história está tão presente no presente, que ela não apenas se confunde com o presente como se torna o presente. Aquele pai disse ao seu filho que a História é a ciência dos homens no tempo. Isso porque a história acompanha as transformações sofridas pelo homem através de suas gerações, ela então vence as barreiras da linha que divide o tempo em passado, presente e futuro. Se devemos dar a Cezar o que é de Cezar, então daremos também à História o grau de relevância que ela merece.