terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A LENDA NA LITERATURA BRASILEIRA

As lendas contribuíram bastante para a literatura brasileira, já que muitos de nossos romances foram escritos com base em algumas lendas típicas de nossa cultura. Podemos citar, por exemplo, romances de José de Alencar como Iracema, O guarani; de Mário de Andrade, como Macunaíma.

As lendas indígenas sugeriram a nossos escritores ideias sobre a formação de nosso povo e origem de muitos comportamentos que identificam nossa gente.

Iracema, por exemplo, é uma narrativa criada a partir de uma lenda do Ceará, que José de Alencar recolheu  da tradição oral. Sua intenção era escrever um romance que apresentasse uma explicação sobre o surgimento da raça brasileira, a partir da união do índio com o branco

sábado, 23 de fevereiro de 2013

ATIVIDADE PARA OS OITAVOS ANOS

ASSUNTO: A escravidão no Brasil

OBSERVE AS IMAGENS E RESPONDA AS QUESTÕES.




a- A cena retrata um momento de folga dos escravos. Qual a impressão que o artista pretende passar sobre seus divertimentos?

b- Descreva os trajes dos personagens retratados. Que instrumentos musicais atuais se assemelham aos aqui apresentados?

c- Quem é o personagem ao fundo e por que está ali observando os músicos e os dançarinos?

d- Pesquise sobre os momentos de folga dos escravos. Os senhores de engenho permitiam que os escravos cultuassem seus deuses? Nas cidades, os escravos tiveram mais liberdade para a expressão de seus momentos lúdicos e de prazer?






a) Os negros que trabalham nesta oficina são escravos ou são libertos?

b) O que o dono da sapataria está fazendo?

c) Quem é provavelmente a mulher que aparece no canto esquerdo da gravura?

d) Compare a situação do negro que trabalhava nas fazendas com a do negro da cidade?

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A HISTÓRIA DE "MÃOS QUE ORAM"

Um pouco da genialidade de Albrecht Dürer
No século XV, em uma pequena aldeia perto de Nüremberg, vivia uma família com vários filhos. Para pôr pão na mesa para todos, o pai trabalhava cerca de 18 horas diárias nas minas de carvão, e em qualquer outra coisa que se apresentasse. Dois de seus filhos tinham um sonho: queriam dedicar-se à pintura, mas sabiam que seu pai jamais poderia enviar os dois para estudar na Academia.
    Depois de muita conversa, resolveram fazer uma aposta. Tirariam a sorte no cara ou coroa. O que ganhasse poderia ir para a Academia e o que perdesse teria de ficar e trabalhar nas minas de carvão para pagar os estudos do outro. Assim os dois irmãos poderiam ser artistas.
    Albrecht ganhou, e foi estudar pintura em Nüremberg. Então o outro irmão, Albert, começou o perigoso trabalho nas minas, onde permaneceu pelos próximos quatro anos para pagar os estudos de
seu irmão, que desde o primeiro momento tornou-se, logo, um sucesso na Academia.
    Antes mesmo de se formar Albrecht já ganhava dinheiro com suas obras tamanha era a sua genialidade. Quando voltou para Nüremberg, avisou a seu irmão que iria cumprir sua parte no acordo e ouviu dele que já não poderia mais ser um artista talentoso.
    Isso porque o trabalho dobrado nas minas para pagar os estudos do irmão havia destruído suas mãos. Cada osso de seus dedos havia se quebrado pelo menos uma vez, e a artrite em sua mão direita avançara tanto que havia lhe custado muito até mesmo a levantar o copo para aquele brinde.
    Para render homenagem ao sacrifício de seu irmão, Albrecht Dürer desenhou suas mãos maltratadas, com as palmas unidas e os dedos apontando ao céu. Chamou a esta poderosa obra simplesmente “MÃOS”, mas o mundo inteiro abriu de imediato seu coração à sua obra de arte e mudou o nome da obra para: “Mãos que oram”.
"Mãos que oram"
Auto-retrato de Albrecht Dürer
                 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

RATOS QUE VALIAM OURO

   Para acabar com os ratos do Rio de Janeiro e erradicar a peste bubônica que eles transmitiam, o diretor geral da saúde pública, Oswaldo Cruz, teve uma ideia genial. Montou brigadas mata-ratos. A tarefa de cada voluntário era eliminar cinco roedores por dia. Para cada rato caçado acima dessa cota, recebia-se 300 réis do governo!

   Foi uma mina de ouro para os malandros. De olho na recompensa  houve quem se especializasse na criação doméstica de ratos que eram vendidos ou depois de abatidos trocados por dinheiro. Conhecidos pela sua extraordinária capacidade de procriar, os bichinhos devem ter feito o pé-de-mesa de muita gente. Mas o ardil foi descoberto e alguns criadores presos.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O CANDOMBLÉ E AS IMAGENS CATÓLICAS: UMA EXPLICAÇÃO


É muito comum, quando se quer demonstrar a integração cultural entre brancos e negros no período colonial, dar o exemplo do sincretismo religioso. A religião dos africanos era vista pelos católicos como feitiçaria. Assim, para evitar pressões da Igreja, os escravos negros passaram a associar cada divindade do candomblé a um santo católico. O sincretismo, portanto, teria sido uma forma de os escravos negros preservarem, ao menos em parte, as suas tradições.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

RODIN E O PENSADOR: O ARTISTA E A SUA OBRA



Quem nunca na vida ouviu falar da obra "o pensador"? Considerada por muitos a mais importante obra do século XIX? Seu escultor foi um certo Rodin. Francês, nascido em 12 de novembro de 1840 e falecido na comuna 
francesa de Meudon em 17 de novembro de 1917.



René-François-Auguste Rodin é considerado um dos maiores escultores da história. 
Desde criança demonstrou grande interesse por esculturas. Aos 13 anos de idade, entrou para uma academia de arte para aprender os princípios básicos das artes plásticas. Interessou-se e estudou também, por conta própria, anatomia humana para utilizar os conhecimentos na elaboração de suas esculturas. Aos 18 anos de idade, começou a trabalhar como modelador e ornamentista. Especializou-se na elaboração de esculturas em bronze
Rodin é considerado pelos especialistas em artes pláticas um dos mais importantes escultores em bronze de todos os tempos. Grande parte de suas obras estão expostas no Museu Rodin em Paris.

                          
             "O pensador" foi esculpido em 1880



O QUE É REVOLUÇÃO


A palavra "revolução" é muito usada em nosso dia-a-dia: "os celulares revolucionaram a comunicação"; "a vacina Sabin revolucionou a medicina"; "os computadores revolucionaram o trabalho nas empresas". O que todas essas frases tem em comum é a ideia de uma grande mudança. Assim toda vez que você ouvir a palavra "revolução", pense sempre em mudanças que afetam a vida de milhares ou mesmo milhões de pessoas ao redor do mundo.

As revoluções, no entanto, não ocorrem de uma hora para outra, resultam, geralmente, de processos lentos, que envolvem muitos fatores. Esse foi o caso da Revolução Industrial, Revolução Francesa, Revolução Russa, Revolução Neolítica, etc...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

UMA DIFÍCIL TRAVESSIA


Nas fortalezas do litoral africano, homens, mulheres e crianças eram forçados a embarcar em navios pequenos e frágeis, conhecidos como navios negreiros. 

A viagem das praias da África Ocidental para o Brasil durava de 30 a 45 dias, conforme o lugar de partida e o de chegada. As condições de viagem eram péssimas, a comida era pouca e de má qualidade. As pipas de água também eram poucas, para não ocupar lugar no navio. Assim, cada escravo recebia apenas um copo a cada dois dias. Alguns bebiam água do mar e adoeciam.

Os africanos chegavam ao litoral brasileiro cansados e confusos, sem saber onde estavam.

Um homem adulto valia o dobro de uma mulher e, geralmente, três vezes mais que uma criança ou um idoso.