quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Texto: HOMENAGEM A DEUSA CLIO

HOMENAGEM A DEUSA CLIO

Clio é uma das nove musas, e, junto com as irmãs, habita o monte Hélicon. Filhas de Zeus e Mnemósine. As musas reúnem-se, sob a assistência de Apolo, junto à fonte Hipocrene, presidindo às artes e às ciências, com o dom de inspirar os governantes e restabelecer a paz entre os homens. Clio é a musa da história e da criatividade, aquela que divulga e celebra as realizações. Preside a eloqüência, sendo a fiadora das relações políticas entre homens e nações. É representada como uma jovem coroada de louros, trazendo na mão direita uma trombeta e, na esquerda, um livro intitulado "Thucydide" (ver Tucídides). Outras representações apresentam-na segurando um rolo de pergaminho e uma pena, atributos que, às vezes, também acompanham Calíope. Clio é considerada a inventora da guitarra. Em algumas de suas estátuas traz esse instrumento em uma das mãos e, na outra, um plectro (palheta). Um dos nove livros de Heródoto leva o nome de Clio em homenagem à deusa.

Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Clio

Deusa Clio, ajuda-me em momentos de dificuldades

(Lucimar Simon)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A ORDEM E O PROGRESSO

No século XIX, na França, August Comte criou as bases daquilo que foi chamado Positivismo. A Europa que vivia a euforia da expansão industrial e que, justamente por isso, viu a intensificação dos conflitos sociais. Ora, o aumento da desigualdade fomentou os grupos menos favorecidos a reinvidicar mudanças sociais. Foi para essa sociedade que Comte nos trouxe o positivismo. Originado pela febre do cientificismo que marcou aquele século, ele propôs o estabelecimento da ordem como uma condição imprescindível para se atingir o progresso.
A ordem acima de qualquer coisa.
Ao mesmo tempo em que se percebe o conservadorismo exarcebado, vê-se um modelo teórico que influenciou intelectuais fora da Europa, inclusive no Brasil. Dê uma olhada mais atenta no lema da nossa Bandeira Nacional, ORDEM E PROGRESSO.
Estamos hoje no seculo XXI. É verdade que não se fala mais em positivismo. Mas se o tivessémos, a nossa perspectiva de progresso seria outra. É verdade que precisamos de ordem para chegarmos ao progresso. Mas a ordem não apenas para se controlar os conflitos. A ordem depende principalmente da responsabilidade governamental no geranciamento dos serviços públicos.
Não Existe progresso sem uma educação capaz de atender as necessidades dos indíviduos;
Não existe Progresso sem um sistema de saúde eficaz;
Não existe progresso se as crianças desse país continuarem sendo tratadas da maneira como são.
Podemos dizer que, muitas das vezes, o progresso depende de decisões políticas.
E se o progresso depende de decisões políticas, nós também somos responsavéis por ele.
Isso porque o progesso depende da nossa responsabilidade enquanto eleitores.
Estamos em ano eleitoral.
Não é possivel progresso com politicos descompromissados, corruptos e sem visão de futuro.
Pensemos melhor no nosso futuro.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Texto: RESUMO SOBRE O EVENTO

RESUMO SOBRE O EVENTO

O II Congresso Internacional UFES / Université de Paris-Est, cujo tema central é Cidade, Cotidiano e Poder! Após uma bela apresentação do Coral da Ufes teve inicio a apresentação dos componentes da mesa e uma pequena explanação de cada autoridade ali presente embasado numa discussão política, social, cultural e econômica o encontro visa esclarecer os principais problemas e agravantes nas cidades atuais. De fato, a cidade é uma notável fabricação do intelecto das sociedades humanas na sua interação com o meio-ambiente, uma maneira peculiar de o homem tornar familiar o espaço no qual habita, transformando-o, segundo suas necessidades e desejos, num espaço simbolizado, adornado e revestido de cultura. Desse modo, os estudos sobre os problemas urbanos, dentre os quais a rua ocupa uma posição preeminente, cumprem uma tripla função: informativa, lúdica e simbólica.

Apreendida sob esta lógica, a cidade é incessantemente construída e reconstruída pelos grupos sociais em permanente interação, cada qual ao seu modo. A idéia de cidade, uma cidade modelada segundo propósitos, pressupostos, intenções particulares a cada grupo desemboca amiúde em uma ação efetiva sobre o solo citadino visando a torná-lo mais adequado à vida em comunidade mediante a ordenação de um território. Nesse sentido, pretende-se promover um debate acerca das políticas públicas urbanas a partir de uma perspectiva histórica, de modo a perceber como, no passado, as sociedades lidaram com a tarefa de organizar o território citadino.

Em evidencia fica a reflexão sobre as mudanças no espaço e no tempo fica em debate o sentir das emoções, o sentir e o gostar de viver nas cidades. Os cenários os problemas e as possibilidades de mudanças estão claramente exposto. Em tom tanto historicamente, geograficamente, socialmente, politicamente, segue a apresentação do convidado especial da noite o renomado professor da Université de Paris-Est, Fréderic Moret (UPE). Sua fala seguiu relatando como a cidade de Paris consegue com muita dedicação e vontade política melhora e ampliar sua infra-estrutura, caracterizando uma grande evolução do conceito de tratamento de água, sistema de rede e esgoto, saúde, administração e outros problemas ligados diretamente às sociedades urbanas. Seguindo esta lógica, o entendimento resume-se em melhorias nas políticas de administração publica, para com isso uma tentativa de minimizar os agravantes na realidade das nossas cidades.

O encontro teve inicio hoje dia 16/11/2009 e segue com sua programação até o dia 19/11/2009.